Um dia, decidi ir á biblioteca. Um dos meus locais preferidos.
A forma da biblioteca? Não sei, mas também isso não tem grande inportância.
Já a conheço há muito tempo e a frequência com que a visito é também bastante grande.
Quando subo as escadas da entrada, aquelas escadas altas de um material duro e rogoso, sinto-me como se já tivesse ganho uma das muitas que travo durante o dia.
Mal passo a porta, aquele cheiro bastante seu característico inundame, afundando-se até ao ponto mais profundo do meu ser.
O odor dos livros velhos, os que já lá permanecem há anos e anos seguidos, misturado com o odos dos livros novos, os acabados de chegar, tendo alguns ainda um travo do cheiro do local onde foram fabricados.
Os meus pés, de tão habituados que já estão, levaram.me á sala com livros adequados para mim.
Este é o meu mundo naquela biblioteca tão grande.
As paredes rogosas, os sofás fofos e com uma textura lisa. As estantes que cobrem as paredes que estão cobertas de todo o tipo de livros. E, ao fundo, uma janela, que deixa o calor entrar naquela sala, por vezes fria, por vezes quente.
Passo lá horas entretida nos romances históricos, coédias, poesia e tudo o resto que lá existe.
Outras vezes, fico sentada, a olhar para os meus pensamentos, visto que são a única coisa que posso visualizar na minha cabeça.
Ser cega nunca significou parar de viver, mas sim viver uma vida diferente.
este texto tá mesmo fixe... falar de uma coisa k temos e k nau podemos usar é dificil, mas ultrapassaste essa dificuldade... tens uma escrita muito espetacular, adoro a tua maneira de escrever...
ResponderEliminarbjs
gostei bastante
ResponderEliminarmas tbm gosto de todos, n era da espantar