A semana que se seguiu á aparição de Mariana na minha vida sem cor custou um pouco a passar.
Todos os dias a mesma rotina, sempre tudo igual sem nada de novo, de diferente.
Apenas uma coisa me obrigava a acordar daquele sono sem fim, pesado, repleto de sonhos escuros e tristes, tinha de verificar se na caixa de correio constava algo de diferente, algo de Mariana.
Ao sétimo dia já o desespero era de tal modo grande que travaria cento e uma batalhas para receber noticias daquela bela menina. Somente me questionava se algo de mau lhe tinha acontecido, mas rapidamente tentava retirar esses pensamentos deprimentes da minha confusa cabeça.
Ao acordar no dia seguinte tive o pressentimento de que iria obter notícias da caracóis dourados.
Sem pensar, saltei da cama fofa e quente, peguei nas chaves e saí.
Ao chamar o elevador cruzei-me com o vizinho da frente, que me olhou com um ar espantado. Só aí me lembrei que me encontrava tal e qual como tinha acordado.
Entramos os dois no elevador, e para meu grande constrangimento ele perguntou se eu estava a pensar ir trabalhar naqueles preparos, num tom de puro gozo maldoso.
Olhei-o com relutância mas sem resposta, e, quando chegamos ao rés-do-chão eu abri a porta do elevador e saí com tão grande indelicadeza e rapidez que só consegui ouvir o senhor expressar um ‘AU’ dorido.
Foi bem feito!
Corri em direcção á caixa do correio e com grande rapidez a abri e retirei-lhe o seu conteúdo.
Era um envelope pequeno, de um tom branco pálido e com um pequeno número de rugas.
Sim, era o que eu esperava desde o momento em que a vi partir, era uma carta de Mariana.
A coragem e alegria perderam-se ao pensar na quantidade de coisas que poderiam estar escritas naquele importante pedaço de papel amarrotado e envelhecido.
Subi agora sozinha para o apartamento e guardei a carta na carteira, com esperança de a poder ler durante o trabalho. Agora não me restava nem tempo nem coragem para o fazer, talvez mais tarde, no trabalho.
Está bastante bom, mas devias ter mais atenção a alguns acentos menina Rita. Enfim, está interessante :p
ResponderEliminarNão vai dar para ir a Alijó. :( estou sem dinheiro no télélé e não deu para atender quando me ligaste...
Nao tao escuro...
ResponderEliminarMas belo na mesma.
Adoro tudo...
Bj
tá mesmo fixe...
ResponderEliminartão real, k o que escreves parece k aconteceu mesmo...
tá mt mt bonito...
gosto mt...
bjs
se eu pensava k tu escrevias da forma mais bela possivel estava enganado, tu ultrapassas os limites do imaginavel, transpões as palavras e entras nos corações, adorei, foi, se a memória n me engana, a coisa mas emocionante k ja li.
ResponderEliminarPor muitas vezes ja senti vontade de chorar enquanto lia mas sempre me conti pois pensava de k de nada servia exprimir o k sentia, mas n consegui conterme com este texto, n consigo explicar, simplesmente me correram as lagrimas pela face, posso parecer demasiado sentimentalista mas esta pekena obra divida nestas 5 partes tocoume, onde muitas poucas coisas ja tocaram, e n sei kual foi o sentimento k despertou esta minha faceta sentimetalista, mas simplesmente despertou e fezme bem
espero k nunca deixes de escrever
es excepcional
bjs